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Casas Populares com Energia Solar

A Agência Goiana de Habitação (Agehab) também investe nesta tecnologia. Segundo o órgão, já foram instaladas placas de energia fotovoltaica em habitações populares em Pirenópolis e Alto Paraíso, totalizando 190 casas. O projeto também está em andamento em Palmeiras de Goiás e deve ser expandido ainda para Caçu.

 

“O objetivo é reduzir em até 70% no valor da conta de energia dos moradores. Além de ter essa redução na conta também queremos criar oportunidade de geração de renda. Essas famílias estão sendo capacitadas por empresas do ramo para fazer a manutenção dos equipamentos. Com essa mão de obra local, muitos acabam sendo chamados para dar assistência em outras regiões”, disse.

O engenheiro eletricista da Agehab Leandro Cazu informou que foi feito um estudo para a implantação do projeto que mostrou a economia. Segundo ele, em uma casa com quatro ou cinco pessoas, considerando que todas as lâmpadas usadas são de led, que gastam menos energia, o consumo mensal é de cerca de 120 kw/h.

O sistema de energia fotovoltaica comprado pelos moradores é capaz de gerar 75 kw/h, portanto, os moradores acabam pagando valores que correspondem a menos da metade nas contas de luz.

“O desconto começa a aparecer logo no primeiro mês porque, quando começa a geração fotovoltaica é feio trabalho sincronizado com a Celg, que vai à unidade e instala um medidor bidirecional, que faz a leitura do que você gerou e do que você gastou. Para casas populares os equipamentos usados são as placas, que captam a luz solar, e microinversores, que são de baixo custo e compactos”, esclareceu.

Ainda conforme o engenheiro, a Agehab estuda expandir o programa e criar outras estruturas que também sejam alimentadas por energia fotovoltaica.

“Temos duas praças com esse conceito em Alto Paraíso. As praças terão soluções de caráter ecológico e sustentável sendo autônoma a geração de enria solar. Ela irá captar a luz solar durante o dia e gerar energia para iluminação da praça à noite. Em escolas a proposta também é viável, queremos começar com unidades nas comunidades quilombolas em Cavalcante”, completou.

 

 

 

 

 

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